O ano de 2026 chega com um cenário desafiador para organizações de diferentes portes. Novidades regulatórias e demandas crescentes de stakeholders por transparência, associadas a eventos climáticos extremos e um ambiente econômico e geopolítico instável, geram aumentam a pressão por práticas éticas e colocam a governança corporativa e a sustentabilidade no centro da estratégia empresarial. Além de cumprir normas, as empresas e seus tomadores de decisão precisam antecipar riscos, rever modelos de negócio e integrar a agenda ESG à tomada de decisão, para manter competitividade, reputação e capacidade de geração de valor em longo prazo.